Kanban

Nos últimos dias topei um novo desafio na carreira profissional como CTO (Chief Technology Office) em uma empresa de IoT – Internet of Things. E com tanta tecnologia evoluída no mundo, eu comecei a entender o cenário utilizando um Kanban.

Mas por que o Kanban?

Exemplo de Kanban para tecnologia

Kanban é um método para gestão evolucionária de processos voltado para ambientes de trabalho do conhecimento. É evolucionário porque começa com o que já existe e evolui gradualmente o processo à medida em que se percebe a existência de filas, gargalos, retardos, dependências e especializações. E é por isso que o Kanban torna-se ideal para iniciar trabalhos de entendimento e organização de cenários. É claro que toda entrada nova em um ambiente já em andamento é complexa, e depende de vários fatores, principalmente das pessoas estarem motivadas e abertas a mudanças e melhorias, e no meu caso eu encontrei este cenário positivo.

O Kanban se utiliza de mapas visuais de processos e de regras de movimentação dos itens de trabalho, capaz de gerar um modelo mental compartilhado onde membros de uma equipe podem colaborar para fazer o trabalho fluir, para se organizar, tomar decisões e evoluir o seu próprio processo de trabalho continuamente.

Eu particularmente curto muito utilizar o Kanban físico, estes de post it mesmo, pois a interação, integração e movimentação dos post its manuais ajudam na motivação das entregas. Porém, devido ao período pandêmico que ainda estamos passando no mundo, optamos por utilizar a ferramenta TRELLO.

Exemplos de Kanban mais simples

O Kanban, com essa definição voltada para knowledge workers, surgiu em 2007, por meio da evolução de conceitos e de sua experimentação dentro da indústria de software, particularmente dentro da comunidade de Desenvolvimento Ágil de Software (a definição original vem do Sistema Toyota de Produção para ambientes de manufatura). Hoje sua aplicação tem se expandido em outras áreas do trabalho do conhecimento, sendo utilizado nos mais diversos cenários e contextos.

Esses são os princípios básicos do método:

Visibilidade: O trabalho é projetado em um quadro visual explicitando filas, prioridades, atrasos, urgências, entregas, etc.
Fluxo Puxado: As filas de itens de trabalho são limitadas. Itens em progresso precisam sair antes que novos itens entrem. O processo se torna puxado pela abertura de capacidade, ao invés do tradicional, que empurra trabalho sem considerar se a equipe será capaz de atender à demanda.
Colaboração para fazer o trabalho fluir: A visibilidade e o fluxo puxado estimulam novos modelos de colaboração na equipe. Esta se organiza para fazer o trabalho fluir. Um fluxo contínuo de entrega de valor é criado, tornando o sistema de trabalho mais enxuto, previsível e adaptável.
Melhoria Contínua: O mapa de trabalho aliado às conversações frequentes atreladas a ele fazem com que o ambiente de trabalho esteja mais suscetível a mudanças e a experimentações de novas formas de se trabalhar. Esses experimentos funcionam como uma espécie de “seleção natural”, onde as práticas, regras e comportamentos que funcionam são absorvidas, enquanto que aquelas que se provam ineficientes são eliminadas.

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