Chat bots não substituem humanos.

Durante vários momentos tenho sido perguntado sobre essa substituição humana e então faço um resumo aqui. Não podemos esquecer que processos de evoluções são normais, o que muda é a velocidade devido as novas tecnologias que proporcionam aproximação de estudiosos, novos conceitos, testes mais rápidos e por aí vai. Se não evoluíssemos certamente você não estaria lendo este texto em um computador ou celular com internet.

Os chatbots são o futuro do telemarketing?

Na minha visão, esta é mais uma etapa evolutiva dos serviços de telemarketing. Já passamos por novidades transformadoras em outro momentos, como o envio de SMS, chats respondidos por humanos e agora, temos os chats com inteligência aplicada a eles.

Os chatbots são um ótimo mecanismo para ajudar as empresas em economia de custos com serviços de telemarketing, mas é importante observar que eles não chegam para substituir o atendimento humano. Estamos nos primeiros passos desta tecnologia e ainda precisamos fazer com que ela aprenda. Para isso é importante que nós saibamos primeiro como implantar e curar este tipo de tecnologia ao longo do tempo.

Por fim, por mais que tenhamos uma tecnologia bem evoluída, ainda precisaremos do contato humano e de qualidade.

Como você avalia essa tecnologia e de que forma ela atua/vai atuar na relação empresa x consumidor?

Essa tecnologia é o nosso futuro, mas não o chatbot em si. O chatbot é um caminho para que tenhamos, de fato, excelentes ASSISTENTES VIRTUAIS. E quando falamos de assistentes virtuais, falando realmente daquelas cenas de filmes onde se liga a luz da casa por voz, a TV por comandos, pede uma pizza por meio de um aplicativo de celular. Chamamos isso em tecnologia de “alta autonomia ao usuário”

Neste cenário, o chatbot tem sido parte importante de todo o processo que nos levará a soluções cada vez mais inteligentes aos consumidores. E neste caso não é só o chatbot. Já temos putras plataformas e aparelhos que fazem uso da Inteligência Artificial para diversos fins, como plataformas de gestão de pessoas, análises preditivas, serviços on demand, entre outros.

No momento em que estamos – de total processo de evolução da tecnologia –  os chatbots podem trazer algum incômodo aos usuários/clientes com a famosa frase “Não entendi, pode repetir?”, mas nós consumidores devemos encarar este processo como aprendizado. Fazendo um paralelo, os chatbots atuais são crianças em processo de aprendizado e para se tornarem adultos inteligentes, torna-se necessária a aplicação da famosa pergunta quando somos crianças: “Por quê?”, “Mas por quê?”

O telemarketing vai deixar de existir por causa do chatbot? Por quê? Em quanto tempo?

Não, o atendimento humano não vai desparecer, ele vai melhorar.

Este processo evolutivo trará grandes melhorias para o serviço de telemarketing, mas não a substituição humana. Os projetos atuais são focados em oferecer chatbots que resolvam problemas triviais, trazendo rapidez ao usuários e economia aos contratantes de callcenter.

Contudo, o atendimento humano ainda será indispensável para resolver problemas mais críticos, que dependem de várias tomadas de decisões e necessitem de feeling, sentimento, emoção, coisas que a máquina por mais inteligente que seja, não irá entregar.

Além disso, a tecnologia também nos traz mais alternativas para melhorar o atendimento humano. É ocaso do e-learning e de outras soluções. Por exemplo, atualmente estou envolvido em uma empresa de alta tecnologia chamada Robbyson: uma plataforma de people management que usa dados para melhorar pessoas e negócios. No caso dos nossos clientes de telemarketing, ela atua no engajamento para impulsionar os atendentes por meio da gamificação e da inteligência de dados.

E aí você pode perguntar: Mas Fernando, o que o Robbyson tem a ver com a pergunta referente a chatbot?

Minha resposta para é simples: O chatbot irá sim reduzir a quantidade de atendentes em telemarketing, mas os atendentes ainda serão necessários para atender às demandas que o chatbot não conseguirá resolver. E aí que entram aqueles profissionais que se destacarem. E, para identificar este profissional, entram as plataformas como a Robbyson que é capaz de fazer esta anáilise, facilitando assim as prestadoras de serviços a oferecer os melhores atendentes aos seus consumidores.

– esse é um serviço barato? essa tecnologia estará acessível à maioria das empresas?

É difícil precisar o que é caro ou barato. É mais fácil pensar no retorno em termos de produtividade, retorno financeiro, agilidade e qualidade nos serviços prestados. De forma geral, é um serviço acessível à maioria dos negócios.

Pensamos em chatbot “no lugar” do telemarketing, mas ele já vem sendo aplicado em redes sociais, certo? Você acredita que o varejo vai absorver cada vez mais esse serviço?

Sem dúvidas. Quando falamos em chatbot, as pessoas já, geralmente, associam à substituição de humanos. Isso é muito ruim para a evolução da tecnologia. É muito importante frisar que não haverá uma substituição humana, e sim, uma melhoria e evolução nos processos de atendimento aos consumidores.

Realmente as redes sociais usam muito as soluções de chatbot. Como comentei anteriormente, essa é uma tecnologia que favorece a consolidação dos assistentes virtuais que não serão utilizados não somente em atendimentos de contact center, mas também em redes sociais e dispositivos dos mais diversos, como computador, celulares, tvs, geladeiras, máquinas de lavar, entre outro.

Matéria publicada no jornal A TRIBUNA em 28 de Julho de 2019

https://www.atribuna.com.br/noticias/economia/tecnologia-voc%C3%AA-j%C3%A1-conversa-com-rob%C3%B4s-entenda-1.61307

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Previsões da Singularity University até 2038

A SU – Singularity University – é uma corporação do Vale do Silício e com presença também no Brasil que oferece  programas educacionais e uma incubadora de empresas.  É uma excelente fonte de estudos, formação e especialização em tudo que está sendo discutido sobre Futurismo e tecnologias “exponenciais”.

2018

  • A I.A. com emoção se incorporará em interfaces de conversa. Será socialmente aceitável gritar com Alexa ou Siri, por exemplo, e ela responderá algo como: “Por favor, não grite assim. Está ferindo meus sentimentos!”
  • Drones e equipamentos de realidade virtual muito mais acessíveis e comuns no dia a dia. Robôs inteligentes já automatizam diversas tarefas manuais e começam a extinguir diversos empregos.

2020

  • Internet 5g entrega velocidades de conexão de 10 a 100 gigabytes para dispositivos móveis ao redor do mundo.
  • Diagnósticos baseados em I.A. e recomendações terapêuticas serão usadas na maioria dos centros médicos americanos.
  • Carros voadores entram em operação em algumas cidades.

2022

  • Impressoras 3D conseguem imprimir roupas e materiais para montagem de casas e prédios.
  • As pessoas terão liberação para conduzirem carros autônomos nos EUA e alguns outros países.
  • Robôs domésticos se tornam normal em alguns lares de renda média, capazes de fazer leitura labial, reconhecimento facial e de gestos com clareza.
  • Robôs conversam naturalmente e atuam como recepcionistas, assistentes de lojas e escritórios.

2024

  • As primeiras missões privadas para Marte são lançadas.
  • O número de vôos de drones diários chega a 10.000.000 (100x mais do que hoje).
  • Drones já entregam pacotes rotineiramente aos telhados dos prédios e casas e robôs de superfície pegam esses pacotes e os encaminham de porta em porta.
  • Os primeiros contratos de energia solar e eólica de “um centavo por KwH” são fechados.
  • As vendas de veículos elétricos compõem metade das vendas totais de automóveis.
  • Lidar com inteligência artificial aumentada é considerado um requisito para a maioria dos empregos.
  •  

2026

  • A posse de carros sai de moda e os veículos autônomos dominam nossas estradas 100.000 pessoas transitam em Los Angeles, Tóquio, São Paulo e Londres em veículos de decolagem e aterrizagem vertical.
  • Agricultura vertical se torna vital para produção de comida na maioria das grandes megacidades.
  • 8 bilhões de pessoas já se conectam à internet em velocidades de 500 mbps. Tablets nas regiões mais pobres do mundo se tornam disponíveis para uso em
    troca de dados e direitos de ecommerce.
  • Realidade virtual se torna onipresente. Os pais constantemente reclamam que seus filhos estão em “outro universo”.

2028

  • Energia solar e eólica representa quase 100% do consumo mundial.
  • A demanda mundial por petróleo chegou ao seu auge e
    parece começar a decrescer.
  • Robôs terão relacionamentos reais com as pessoas, dando suporte aos idosos, cuidando da higiene pessoal e preparação de alimentos.
  • Robôs para relações íntimas passam a ser populares.

2030

  • A inteligência passa no teste de Turing, o que significa que a máquina pode alcançar (e superar) a inteligência humana em todas as áreas.
  • Os mais ricos tem acesso ao que se traduz “velocidade de escape da longevidade” – o momento em que um ano de avanço tecnológico consegue aumentar a expectativa de vida das pessoas em mais de um ano.
  • Agências de inteligência confirmam que mensagens armazenadas e seguras enviadas entre 1990 e 2029 foram desencriptadas com sucesso.
  • Emissões de carbono caem mais rápido a cada ano. Será assinado um plano global de emissão zero até 2050 de carbono.

2032

  • A maioria dos profissionais humanos tiveram alguma modificação cortiçal, como coprocessadores e comunicação web em tempo real.
  • Robôs avatares se tornam populares, permitindo que qualquer um possa teleportar sua consciência para locais remotos em todo mundo.
  • Robôs são comuns em todos os locais de trabalho, eliminando todo trabalho manual e interações repetitivas (guias turísticos, recepcionistas, motoristas e pilotos, serventes e construtores).

2034

  • Empresas como Kernel fazem conexões significativas entre o córtex humano e a nuvem.
  • Muitos problemas mundiais são solucionados (ex.: câncer e pobreza).
  • A I.A. consegue solucionar problemas científicos complexos que requerem alto nível de realidade aumentada para entendimento.

2036

  • Tratamentos para longevidade se tornam disponíveis rotineiramente, estendendo a vida das pessoas comuns em 30 a 40 anos.
  • Cidades inteligentes escalam globalmente; são hiper eficientes em utilizar energia solar, produzir e distribuir alimentos, oferecer segurança e transporte eficiente.

2038

  • O dia a dia já não é mais reconhecível – a realidade virtual e inteligência artificial alavancam todas as partes da vida humana no mundo inteiro.

Fonte de estudos: Singularity University – https://su.org

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Ciência de Dados – Uma lista para estudos que pode ajudar!

Nos últimos tempos tenho me dedicado a entender e estudar mais a área da Tecnologia, estatística e dados. O motivo é que no atual projetos temos explorado muito este mundo de ciência de dados, e então compartilho aqui algumas fontes utilizadas para estudos. 📚

Top 10 Data Science Blogs

  1. Analytics Vidya
  2. Data Science Central
  3. KDnuggets
  4. R-Bloggers
  5. Revolution Analytics
  6. Data Camp
  7. Codementor
  8. Data Plus Science
  9. Data Science 101
  10. DataRobot

Learn Statistics and Probability for free

  1. Khan Academy
  2. OpenIntro
  3. Exam Solutions
  4. Seeing Theory
  5. Towardsdatascience
  6. Elitedatascience
  7. OLI
  8. Class Central
  9. Alison
  10. Guru99

Sites with Free Data Sets

  1. Data.world
  2. Kaggle
  3. FiveThirthyEight
  4. Reddit or r/datasets
  5. UCI Repository
  6. Academic Torrents

Sites to Learn Python

  1. Code Academy
  2. TutorialsPoint
  3. Python org
  4. Python for Beginners
  5. Pythonspot
  6. Interactive Python
  7. Python Tutor
  8. Full Stack Python
  9. Awesome-Python
  10. CheckiO

Sites for Visualization

  1. Storytelling with Data
  2. Information is Beautiful
  3. Flowing Data
  4. Visualising Data
  5. The Pudding
  6. The Atlas
  7. Tableau Blog

Best Data Science Courses Offered Online

  1. CourseEra
  2. IBM
  3. University of Michigan
  4. DeepLearning.ai
  5. Stanford Univerisity

EdX

  1. Harvard Univeristy
  2. MIT
  3. UC SanDiego
  4. Data Science Nanodegrees (Udacity)
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Ninguém motiva ninguém. Nós é que nos motivamos ou não.

A motivação não é um produto acabado, mas um processo que se configura a cada momento, no fluxo permanente da vida. É uma força, uma energia que nos impulsiona na direção de alguma coisa, é um motivo para a ação.

A motivação nos é absolutamente intrínseca, isto é, está dentro de nós, nasce de nossas necessidades interiores. Ela também é contínua, o que significa dizer que sempre teremos, a nossa frente, algo a motivar-nos.

A diferença entre motivação e estímulo consiste no fato de a motivação estar dentro de nós, e o estímulo, fora.

Por ser a motivação intrínseca, não é coerente dizermos que motivamos os outros a isto ou àquilo. Ninguém motiva ninguém. Nós é que nos motivamos ou não.

Tudo o que os de fora podem fazer é estimular, incentivar, provocar nossa motivação.

Com isso, quando falamos de um ambiente corporativo (não entenda corporativo como grandes empresas simplesmente, cabe este termo a qualquer negócio que tenha o objetivo de gerar ganhos financeiros), a visão da empresa deve ser a de processo, não de hierarquia. Nesse processo, faz-se necessário compartilhar o poder, gerando assim uma maior força de motivação a toda a cadeia.

Ao contrário do que ocorre em operações matemáticas, em que a divisão gera partes menores, quando o poder é dividido, o efeito é multiplicado.

Consequentemente, faz-se necessário:

  • Aprender coletivamente;
  • Focar o desempenho nas equipes;
  • Adquirir, produzir e compartilhar informações tanto operacionais quanto táticas.

Considerando essas premissas, um grande desafio posto às empresas é, sem dúvida, provocar a motivação nas pessoas.

Um grande exemplo que motivações são diferentes para cada pessoa, se exemplificarmos a vida de jogadores de futebol, eles recebem propostas milionárias para jogar em clubes de futebol em países de pouca expressão, tais como China, Arábia Saudita e Qatar. Quando fazemos a referência a estes Países logo lembramos que dinheiro não é problema, então todas as propostas tornam-se milionárias.

Dependendo da motivação pessoal de cada jogador, nem sempre as propostas milionárias garantem que eles topem a mudança de times e morar em outros Países. É comum não entendermos por que determinada pessoa não se sente motivada a fazer algo que nos faria sentir motivados. Sem falar que estamos sempre querendo que todos sejam como nós, a nossa imagem e semelhança.

Um dos principais pontos para se entender os desafios atuais da motivação seja ela pessoal ou principalmente nas organizações, passa pelo entendimento das diferenças individuais, e vou explorar isso em um próximo texto.

Trazendo para a prática, nem sempre altos executivos compreendem por que o pessoal operacional não veste a camisa da empresa ou por que, às vezes, falta tanto ao trabalho, por exemplo.

Ora, os executivos ganham, normalmente, bons salários, têm secretárias e não marcam o cartão de ponto.

Se precisam ir ao médico, à escola dos filhos ou à academia de ginástica, abrem espaços em suas agendas de trabalho sem ter de dar satisfações a quem quer que seja.

O pessoal operacional não participa das decisões que o afetam, não pode faltar ou se atrasar, sob pena de perder parte do salário.

Não estamos discutindo aqui o motivo que leva o pessoal operacional a faltar ao trabalho (doenças do filho, necessidades da família) nem se o executivo precisa ou não relaxar porque toma decisões que põem em jogo a sobrevivência da empresa.

MAS ESTE NÃO É O PONTO!

O que importa é que as situações que motivam os executivos estão ausentes na vida do pessoal operacional e vice-versa.

Logo, a energia, a força que impulsiona os executivos não é a mesma que instiga o pessoal operacional.

Compreender diferenças é exigência que se impõe.

Nesse ponto, Freud nos daria uma bela lição. Ele nos diria que são nossos conteúdos psicológicos (diferentes de pessoa para pessoa) que nos encaminham em determinada direção, embora tais conteúdos possam servir-se de fatores externos.

Alocamos mais tempo nas atividades para as quais estamos motivados. O caráter de interioridade da motivação nos diz que ela é experimentada por cada pessoa, não sendo, portanto, generalizável.

Pessoas que gostam de ler, por mais ocupadas que sejam, sempre arranjam tempo para a leitura.

Entusiastas de ginástica sempre conseguem tempo para malhar.

A questão básica é:

Por que algumas pessoas se sentem altamente motivadas a realizar determinadas tarefas que a outras parecem enfadonhas, desinteressantes, ilógicas, malucas, muito certinhas, completamente sem parâmetros ou desprovidas de glamour?

Isso ocorre porque as pessoas têm:

  • valores diferentes;
  • formação profissional diferente;
  • necessidades diferentes;
  • interesses diferentes;
  • organização familiar diferente;
  • background cultural diferente.

Enfim, cada pessoa tem uma história de vida diferente que condiciona suas motivações.

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Quer estudar? Google lança 18 especializações gratuitas com aulas em português

Primer, aplicativo gratuito de capacitação com lições de negócios e marketing digital do Google, pode ser utilizado por todos os brasileiros interessados!

“Redes Sociais”, “Planejamento de Negócios”, “Construção de Marca”, “Vídeo Marketing”, “Marketing Digital”, “Analytics” e “Comunicação com o Cliente” são algumas das 18 especializações disponíveis.

O usuário que concluir quatro lições dentro de um mesmo tema vai receber o título da especialização estudada. As aulas são elaboradas em parceria com especialistas do Google ou com base em estudos de casos de grandes empresas.

Nesta versão, o aplicativo reúne 127 aulas em português, com média de cinco minutos de duração cada. A aprendizagem é feita de forma prática e rápida, além disso, o material também fica disponível off-line. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente em aparelhos iOS e Android.

Confira todas as especializações do app:

1. Planejamento de Negócios

2. Vendas

3. Construção de Marca

4. Engajamento

5. Sites

6. Comunicação com Cliente

7. Redes Sociais

8. Gerenciamento de Negócios

9. Marketing Digital 1

10. Marketing de Conteúdo

11. Analytics

12. Insights

13. Empreendedorismo

14. Mobile Marketing

15. Vídeo Marketing

16. Marketing Digital 2

17. Experiência do Usuário

18. Gerenciamento de Agências

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