A carapaça da lagosta – mudanças pessoais e profissionais 

A lagosta vive tranqüilamente no fundo do mar, protegida pela sua carapaça dura e resistente. Mas, dentro da carapaça, a lagosta continua a crescer. Ao final de um ano, sua casa fica pequena e ela tem de enfrentar um grande dilema: ou permanece dentro da carapaça e morre sufocada ou arrisca sair de lá, abandonando-a, até que seu organismo crie uma nova carapaça de proteção, de tamanho maior, que lhe servirá de couraça por mais um ano.

Vagando no mar, sem a carapaça, a lagosta fica vulnerável aos muitos predadores que se alimentam dela. Mesmo assim, ela sempre prefere sair. Dentro da carapaça, que se transformou em prisão, ela não tem nenhuma chance. Fora, sim. 
Também nós, muitas vezes, ao longo da vida, ficamos prisioneiros de várias carapaças: os hábitos repetitivos, os condicionamentos alienantes, as situações às quais nos acomodamos mas que, exauridas e desgastadas, nada mais têm para nos oferecer. E acabamos, por falta de coragem de mudar, nos acostumando ao tédio de uma vida monótona que, fatalmente, como a velha carapaça da lagosta, acabará por nos sufocar.

A lagosta vive tranqüilamente no fundo do mar, protegida pela sua carapaça dura e resistente. Mas, dentro da carapaça, a lagosta continua a crescer. Ao final de um ano, sua casa fica pequena e ela tem de enfrentar um grande dilema: ou permanece dentro da carapaça e morre sufocada ou arrisca sair de lá, abandonando-a, até que seu organismo crie uma nova carapaça de proteção, de tamanho maior, que lhe servirá de couraça por mais um ano.
Vagando no mar, sem a carapaça, a lagosta fica vulnerável aos muitos predadores que se alimentam dela. Mesmo assim, ela sempre prefere sair. Dentro da carapaça, que se transformou em prisão, ela não tem nenhuma chance. Fora, sim. Também nós, muitas vezes, ao longo da vida, ficamos prisioneiros de várias carapaças: os hábitos repetitivos, os condicionamentos alienantes, as situações às quais nos acomodamos mas que, exauridas e desgastadas, nada mais têm para nos oferecer. E acabamos, por falta de coragem de mudar, nos acostumando ao tédio de uma vida monótona que, fatalmente, como a velha carapaça da lagosta, acabará por nos sufocar.


Façamos como a lagosta: troquemos a velha e apertada carapaça por uma nova. Mesmo sabendo que, por algum tempo, estaremos desprotegidos ao enfrentar uma nova situação. Largar o velho e abraçar o novo é, muitas vezes, a única possibilidade de sobreviver por mais um ano. Até que cresçamos ainda mais e, novamente, tenhamos de mudar de carapaça. como a lagosta: troquemos a velha e apertada carapaça por uma nova. Mesmo sabendo que, por algum tempo, estaremos desprotegidos ao enfrentar uma nova situação. Largar o velho e abraçar o novo é, muitas vezes, a única possibilidade de sobreviver por mais um ano. Até que cresçamos ainda mais e, novamente, tenhamos de mudar de carapaça.

Referências de estudo Luis Pellegrini

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Inovar é antecipar! 

1) O Mp3 faliu as gravadoras.

2) O Netflix faliu as locadoras.

3) O Booking complicou as agências de turismo.

4) O Google faliu a Listel – páginas amarelas e as enciclopédias.

5) O Airbnb está complicando os hotéis.

6) O Whatsapp está complicando as operadoras de telefonia.

7) As mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação.

8) O Uber está complicando os taxistas.

9) A OLX acabou com os classificados de jornal.

10) O celular acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras.

11) O Zip Car está complicando as locadoras de veículos.

12) A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis.

13) O email e a má gestão complicou os Correios.

14) A corrupção quebrou o Brasil.

15) O Waze acabou com o Gps.

16) O 5 andar está acabando com as imobiliárias que intermediam aluguéis.

17) O Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional.

18) A “nuvem” complicou a vida dos “pen drive”.

19) O youtube complica a vida das tvs. Adolescentes não assistem mais canais abertos.

20) O Marketing de Rede mudou a forma de comércio.
O mundo evoluiu, e com ele também a maneira de se viver e ganhar dinheiro. Quanto mais atrasada a nossa visão, mais caro pagaremos por isso.
ANTECIPE-SE!

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Sobre 35 anos …

No último 18.11.2016 terminei a minha juventude e dou início a uma nova etapa, a meia idade. Começa agora uma jornada do qual buscamos responder a um desafio: Qual o sentido da minha vida? 


Bem, preciso utilizar então meu próximo setenio até os 42 anos para responder a mim mesmo este desafio. 

Geralmente nessa data as pessoas lhe enviam mensagens e felicitações, isso é ótimo, mas o que será que a própria pessoa pensa sobre seu aniversário?!

São várias as preocupações e reflexões nesta idade, mas o mais importante é perceber o tão quanto você se importa menos com coisas e busca valor cada vez maior nos sentimentos e relações. 

Está na hora de aposentar os bonés, calças muito apertadas, gravatas de mal gosto, sapato muito bicudo, enfim, chega a hora da referência ser o Tom Cruise ao invés do Justin Timberlake (risos).

É hora de aproveitar o que as pesquisem dizem: Os 35 anos é a idade mais feliz! Chego nessa idade com boa saúde, um bom emprego, um ótimo relacionamento, uma família que traz paz e amigos que realmente são amigos. Chego também com muitas preocupações, problemas e desafios, e este equilíbrio é que gera a vida. 

 Começo a sentir os limites do corpo, a ter que manter o cuidado enquanto estivermos neste plano de vida, usando mais a sabedoria que a força. Enfim, trazer o jiu-jítsu para a prática em todos os sentidos da vida. 

Talvez chega a hora de reduzir as ambições externas, aprende a atuar seletivamente e aproveita melhor as oportunidades. Ser mais realista, e ter mais capacidade de concentração.

Bem, enfim, SER CADA DIA MAIS FELIZ!

Sou grato a Deus pela oportunidade de viver dia a dia e a andar, ver, escutar, falar, alimentar, sentir e transmitir e receber amor.

Vamos em frente! Espero que tenha no mínimo mais 35 anos de vida. 

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Inovação: Óculos spectacles

O Snap, recentemente assim chamado o Snapchat, resolveu ir para a o mundo dos IoTs (Internet das coisas). No último sábado dia 24 de Setembro lançou o óculos spectacles onde o objetivo é vesti-los  quando quiser filmar algo que, normalmente, exigiria uma câmera de ação. Será que a concorrência vai afetar o mundo das GOPROs?!

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O  spectacles trazem uma lente capaz de filmar com ângulo de visão de 115 graus, algo próximo do que os nossos olhos enxergam, e isso traz uma sensação meio que de filmagem alá “Bruxa de Blair”. A ideia é que o uso seja fácil, basta tocar num botão localizado no canto superior esquerdo dos óculos, e a gravação começará — as luzes em volta da lente acenderão para avisar que você está filmando. Por padrão, a gravação para depois de 10 segundos (o limite do Snap), mas você pode estendê-la para até 30 segundos. Bem, por aí, pelo tempo de filmagem, vemos que o negócio não é concorrer com a GOPRO, mas sim ter mais um “brinquedinho” para os redes sociais maníacos.

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Segundo a Snap, a bateria é suficiente para durar um dia inteiro com uma única carga. Quando a energia acabar, basta colocar os Spectacles na caixa, que protege e também recarrega os óculos de sol até quatro vezes. Os vídeos são transferidos por Bluetooth ou Wi-Fi com a ajuda do seu Android ou iPhone. A dúvida fica por conta da qualidade das imagens, já que a Snap não divulgou a resolução dos vídeos que são gerados.

O Snap está lançando também para incomodar a Google com o seu GoogleGlass que até hoje não emplacou de fato. para consumidores e aficionados em tecnologia, essa concorrência é excelente já que teremos oportunidade de ver mais investimentos em inovações.

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Machine Learning, que é isso poxa?!

Quando falamos de criação da internet lembramos dos modens da US ROBOTICS que utilizam telefonia discada e logo nos vêem a mente aquele famoso barulhinho (infelizmente não vai dar para reproduzir no texto, rssss)

A internet já tem 3 bilhôes de usuários (segundo a onu) em todo o mundo, e cada um deles é um gerador de conteúdo. Nós produzimos e coletamos mais informações do que nunca. São artigos, desenhos, poemas, fotos, vídeos, podcasts, pesquisas e posts de cada usuário da internet. Para se ter uma ideia, estima-se que 90% da informação gerada na história foi criada nos últimos 2 anos (de acordo com a science Daily).

Agora que temos esta quantidade de dados imensa, “só” nos resta entendê-la. Temos que filtrar o que não é importante para poder enxergar e aprender com o relevante, e este é grande desafio. Mas, com essa enxurrada de informação, como podemos saber o que jogamos fora e o que analisamos?

É ai que entra o famoso machine learning, ou “aprendizado de máquina”. Esta área da ciência da computação trata justamente disso: elaborar sistemas capazes de analisar e aprender rapidamente aquilo que os humanos demorariam muito tempo.

Quer um exemplo? Imagine que você quer criar um filtro anti-spam. Uma das primeiras regras seria bloquear algumas palavras claramente características em spams, como “viagra”, e anexos suspeitos, como arquivos de extensão “.exe”. Talvez também links para download de outros arquivos executáveis. Em seguida, você iria filtrar e-mails que tentam imitar mensagens oficiais de bancos, mas que deixasse passar os comunicados legítimos. Tem também os vigaristas que se dizem príncipes árabes, e outras histórias absurdas para arrancar dinheiro de você. Ah, não se esqueça dos e-mails marketing de lojas das quais você nunca ouviu falar – e nem quer.

No final das contas, a lista de regras e exceçōes fica tão grande que se torna difícil de gerenciar. A cada novo e-mail legítimo que fica preso, você precisa mexer nas regras de novo. É um caos.

Usando machine learning você não precisa dizer que e-mails com a palavra “viagra” provavelmente são spam. A ideia por trás dessas técnicas é identificar características comuns em várias mensagens que você, e outras centenas de pessoas, marcaram como spam no passado, sem explicitamente apontar quais são estas características.

O sistema deve ser capaz de entender “todos estes spams têm em comum a palavra ‘viagra’. Acho que vou barrar”. Ele aprende sozinho, baseado no que o seus usuários humanos dizem.

Machine Learning tem inúmeras aplicaçōes: processamento de imagens (como as tags automáticas nas fotos do Facebook), reconhecimento de voz, carros que dirigem sozinhos entre outros vários… há, até mesmo dicas de compras, dicas de videos no youtube e por aí vai!

E olha que massa, a Harvard Business Review chegou a dizer que o Data Scientist é a profissão mais sexy do século 21 !

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